sexta-feira, 12 de Dezembro de 2008
sábado, 6 de Dezembro de 2008
quinta-feira, 4 de Dezembro de 2008
terça-feira, 25 de Novembro de 2008
Da rua vem um ruído mudo.
Já fazia algum tempo que estava à espera disto, e até já tinha sentido medo de não ter mais lugar.
Sabes que apesar do nojo o sol brilha hoje, como todos os dias. E até existe um espelho sorridente que mostra que existe uma cara diferente.
Afinal tudo tinha o seu sentido. Existe um mundo para além deste lado do espelho, e é feito de lápiz de cor, o sol é mais quente e as pessoas compreendem bem o sentido das coisas simples.
Já fazia algum tempo que estava à espera disto, e até já tinha sentido medo de não ter mais lugar.
Sabes que apesar do nojo o sol brilha hoje, como todos os dias. E até existe um espelho sorridente que mostra que existe uma cara diferente.
Afinal tudo tinha o seu sentido. Existe um mundo para além deste lado do espelho, e é feito de lápiz de cor, o sol é mais quente e as pessoas compreendem bem o sentido das coisas simples.
sexta-feira, 7 de Novembro de 2008
quinta-feira, 23 de Outubro de 2008
De Boca Calada!
quinta-feira, 9 de Outubro de 2008
“Se uma pessoa diz a outra que a ama, a própria linguagem supõe a expressão para sempre. Não tem sentido dizer: “amo-te, mas provavelmente só durará uns meses, ou uns anos, desde que continues a ser simpática e agradável, ou não fiques feia com a idade.” Um amo-te que implica só por algum tempo, não é um amor verdadeiro. É antes um gosto de ti, agradas-me, sinto-me bem contigo, mas de modo algum estou disposto a entregar-me inteiramente, nem a entregar-te a minha vida.”
M. Santamaria Garai
(Sempre gostei deste raciocínio, e hoje apeteceu-me partilhar com os bloguistas.)
M. Santamaria Garai
(Sempre gostei deste raciocínio, e hoje apeteceu-me partilhar com os bloguistas.)

O meu amor não cabe neste poema.
Há coisas assim, que não se rendem à geometria deste mundo, são como corpos desencontrados da sua arquitectura natural.
Este meu amor, é maior do que as palavras, é daí inútil a agitação dos meus dedos na intimidade das páginas.
Este meu amor, não se deixa dizer… é um formigueiro que acode aos lábios com a urgência de um beijo, evocando à flor da pele vestígios de uma explosão exemplar: a cratera que um corpo deixa ao levantar-se, mostra sempre um outro corpo vizinho.
O meu amor anda por dentro deste meu silêncio a formular loucuras com a nudez do teu nome. É um fantasma que estrebucha no dédalo das veias e sangra quando o encerram em metáforas.

Não tenho por hábito ouvir “diz que disse”. São coisas que me alteram todo o sistema de raciocínio, nem sei lidar com isso. Será um problema geral da humanidade, ou da mulher em particular? Preciso de um furinho para espreitar uma luzinha… por mais pequena que seja… Mas como se ouve dizer, costuma haver uma luz no fundo do túnel.
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