segunda-feira, 1 de março de 2010


A minha pintura não pretende ser aquilo que eu vejo, mas sim aquilo que eu quero que seja visto. A minha poesia transformada em cores, traços e rabiscos. Aqui, haverá sempre improvisação
Mas antes disso, a minha reverência ao amigo Luís Alberto de Melo dos Reis Gavina, por tudo, apenas.

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